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Temos assistido, a nível mundial, profundas mudanças em termos de economia e relações de trabalho. Em decorrência disso, observa-se, com certa clareza, a desvalorização do trabalho e do trabalhador. No Brasil, milhões de pessoas, sofrem com o desemprego e a dificuldade na recolocação profissional. Como se diz na sabedoria popular: os tempos são outros! 

Há algum tempo, o mercado vem sinalizando a necessidade de uma mão de obra mais qualificada, detentora de conhecimentos especializados, principalmente na área de tecnologia, para acompanhar todo o desenvolvimento tecnológico, pelo qual passa a economia mundial. Esse cenário tende a ser cada vez mais restritivo, à medida em que o ser humano vai sendo substituído pela máquina geradora de maior lucro e maior produtividade. Aqueles que ficam, são ameaçados pela pressão da cobrança por metas cada vez mais grandiosas, fator causador de doenças laborais, como síndrome de burn out, estresse, síndrome do pânico, LER, etc. Enfim, colocando a saúde e qualidade de vida dos trabalhadores sob risco no seu dia a dia, o tempo todo, no ambiente de trabalho.

Outro fator que contribui para a diminuição do número de vagas de trabalho, é o fato dos encargos trabalhistas inviabilizarem um grande número de contratações, pois impacta diretamente a folha de pagamento responsável pela maior parte dos custos fixos organizacionais, o que onera por demais as empresas.

Vale comentar também que o Sistema Previdenciário se torna insustentável a longo prazo, o que demanda uma profunda reforma nos seus dispositivos. Até porque, a população envelhece rapidamente, e no futuro, o número de aposentados será imensamente maior do que o de trabalhadores.

Diante destes fatos, pode-se dizer que entramos definitivamente em uma era de escassez de vagas de emprego e estamos percebendo que não dá mais para depender da contratação de um empregador para podermos sustentar nossas famílias. Desta forma, devemos repensar nossos movimentos. Temos que nos virar com o que temos, ou seja, nós mesmos, nossa história, nossa experiência, nossos acertos e nossos erros. A nossa bagagem, nossa determinação e persistência se constitui no principal ativo responsável pelo nosso sucesso.

Para nossa esperança, uma luz surge no fim do túnel. Felizmente, um caminho se faz viável diante dessas mudanças e dificuldades. O caminho do empreendedorismo se faz presente, hoje, como uma alternativa ao emprego de carteira assinada, cada vez mais escasso e cada vez mais desumano. Assim, o primeiro passo para quem quer empreender é se perguntar:

Qual é o meu talento?

Qual é minha paixão?

Qual é minha missão de vida?

Um fator que tem motivado as pessoas a empreenderem é o desejo de trabalhar com suas missões de vida, o que torna seu trabalho motivador o bastante para superar qualquer desafio e trazer mais satisfação pessoal e profissional. Portanto, fica a dica: Repense seus objetivos profissionais e comece a empreender.

Com certeza, será esse  seu caminho…