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Todos temos um início de caminhada semelhante na senda da descoberta da nossa identidade.
Pelo menos para todos os que buscam descobrir a sua espiritualidade.
Se não nos sentimos «fora da caixa» desde o início, pelo menos a partir de determinado momento começamos a nos questionar:

Afinal de onde vim? Porque não me sinto bem aqui?
Para onde vou? Porque nada me satisfaz?
Quem sou eu?

Todos sentimos «saudades» de casa, todos sentimos que somos viajantes, todos procuramos a nossa família e sentimos que temos outros irmãos que se afinam de igual modo (ou melhor) conosco do que aqueles com quem crescemos.
E nesse entretanto, com maior ou menor esforço, maior ou menor sofrimentos, durante muito ou pouco tempo, com uma ou outra ajuda, vamos vendo e lendo aqui e ali, algumas coisas.

Sei que nem todos passam pelo mesmo, mas conheço muitas pessoas que se identificarão comigo.
Vamos colecionando conhecimentos… lemos livros, assistimos palestras, frequentamos workshops; tiramos cursos, fazemos terapias, recebemos Reiki, praticamos Yoga e Meditação. Depois já praticamos e doamos Reiki e ouvimos falar de Reconexão, Conscienciologia, fazemos Orações e Mantras, ouvimos músicas e viajamos dentro de nós.

E por uns tempos achamos que estamos no caminho.

Até que um dia todas as informações que nos chegaram de uma ou outra maneira chocam entre todas, são variadas e complementares, mas não se ligam. São demasiadas coisas diferentes que a nossa mente apreendeu mas que não fazem sentido.
Sentimo-nos novamente perdidos e por vezes mesmo necessidade de parar por um tempo e deixar as coisas assentarem.

E então um belo dia tudo começa a fluir e as peças do quebra-cabeças começam a encaixar umas nas outras.

Começamos a ver que tudo faz parte de uma e única coisa, que eu sou os outros, somos todos iguais e fazemos todo o caminho de busca paralela e embrenhada na Luz, no Amor, na partilha de energia. Já não nos sentimos sós e nem procuramos com tanta voracidade, podemos seleccionar mas é bem mais simples porque tudo que nós precisamos vem ter até nós para complementar aquilo que já tínhamos.

E assim se inicia o Acordar para a espiritualidade, o início de um longo caminho…

Anaísa Santos A.